Autora: Cristin Terrill
Editora: Novo Conceito
Editora: Novo Conceito
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Sinopse:
"O que um governo poderia fazer se pudesse viajar no tempo?
Quem ele poderia destruir antes mesmo que houvesse alguém que se rebelasse? Quais alianças poderiam ser quebradas antes mesmo de acontecerem?Em um futuro não tão distante, a vida como a conhecemos se foi, juntamente com nossa liberdade. Bombas estão sendo lançadas por agências administradas pelo governo para que a nação perceba quão fraca é. As pessoas não podem viajar, não podem nem mesmo atravessar a rua sem serem questionadas. O que causou isso? Algo que nunca deveria ter sido tratado com irresponsabilidade: o tempo. O tempo não é linear, nem algo que continua a funcionar. Ele tem leis, e se você quebrá-las, ele apagará você; o tempo em que estava continuará a seguir em frente, como se você nunca tivesse existido e tudo vai acontecer de novo, a menos que você interfira e tente mudá-lo..."
Livros que
tem em sua temática viagens no tempo sempre acabam chamando bastante a minha
atenção, e este foi um dos motivos que me fez desejar a leitura de Todos os Nossos Ontens assim que li a
sua sinopse.
No livro estamos
em um futuro caótico onde o governo possui uma máquina do tempo.
A máquina
que leva o nome de Cassandra e inicialmente foi desenvolvida com o intuído de
ajudar a sociedade nas guerras e desastres naturais, acabou se transformando em
uma poderosa fonte de ambição, sendo utilizada para destruir países rivais e
oprimir os menos favorecidos.
"Viagem no tempo não é uma maravilha; é uma abominação."
A história é
narrada em primeira pessoa e intercala o passado, presente e futuro em uma
trama envolvente e intrigante.
No passado
acompanhamos a vida de três amigos que possuem uma ligação direta com a
construção de Cassandra e no presente a nossa protagonista é Em, uma
prisioneira do governo que vivi em uma minúscula cela onde é cruelmente
torturada.
Há alguns
dias, Em inexplicavelmente está intrigada com o ralo de sua cela e pensando em uma
forma de abri-lo. Quando finalmente consegue, Em tira de lá de dentro um papel
que parece ter sido escrito por ela mesma no passado e entre as várias
mensagens escritas, tem o assustador e importante recado: “Você tem que
matá-lo”.
Após decifrar o recado, com a ajuda de um dos guardas, ela e
o amigo Finn (que está preso na cela ao lado) conseguem escapar de suas celas e
usar a Cassandra para voltar ao passado e tentar impedir que ela seja
construída.
''Não me lembro dos acontecimentos que me fizeram escrever aquelas linhas, mas aquelas versões passadas de mim mesma, cópias de mim que não existem mais, deixaram-me pistas suficientes para descobrir.''
Todos os nossos Ontens trás um verdadeiro
jogo que mistura política, ganância e poder em uma realidade que infelizmente não
está muito distante da que vivemos atualmente. A história é
envolvente do inicio ao fim e nos faz refletir sobre até que ponto o poder pode
transformar o ser humano e transformar o desejo de fazer o bem em destruição.
Com uma
mistura de ficção cientifica e distopia e recheado de cenas de ação e suspense,
o livro também tem uma história de amor muito fofa.
Apesar das
dicas deixadas pela autora ao longo da história e de algumas passagens bem
previsíveis, o final é surpreendente e emociona bastante.
Estou bem
acostumada com livros do gênero distópico que fazem parte de trilogias ou
séries, porém Todos os Nossos Ontens felizmente é um livro único. A autora contou em sua página no facebook que até
tentou escrever uma continuação, mas não conseguiu e acabou desistindo da ideia
de prolongar esta história.
Uma ótima
leitura para quem é fã do gênero e está a fim de uma premissa completamente
nova fugindo da clássica divisão da sociedade em grupos.
oi Thais tudo bem?
ResponderExcluirTe confesso que apesar de ter ficado animada com o enredo a coisa não foi pra frente, realmente esses mundos distópicos caóticos não são pra mim
:/
http://felicidadeemlivros.blogspot.com.br/